01/07/2020 às 10h14min - Atualizada em 01/07/2020 às 10h14min

Hospital Municipal de Naviraí ganha reforço na luta contra a COVID-19

A prefeitura, por meio da Gerência Municipal de Saúde contrata leitos de UTI como uma das medidas de enfrentamento emergencial da situação epidemiológica.

Assessoria de Comunicação
A pandemia de COVID-19 revela uma situação de extrema fragilidade que afeta a saúde pública, direito de todos os brasileiros, em especial daqueles mais vulneráveis. Dentro desse contexto e por tempo ainda indeterminado, o dia a dia tem se tornado uma corrida contra o tempo, e as más notícias acentuadas nos últimos dias, com a aceleração do número de contaminados no estado do Mato Grosso do Sul, propõe uma frente de trabalho cada vez mais ampla e atuante na luta contra o coronavírus.

O caráter pandêmico de escala global declarado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) em março deste ano colocou o país em situação de emergência e orientou que Estados e Municípios estejam prontos para uma possível chegada da doença a seus territórios. Entre as estratégias está a manutenção e abertura de novos leitos de Unidades de Terapia Intensiva capazes de absorver o veloz crescimento de pessoas infectadas, que apresentam sintomas graves da doença.

Cenário que levou o Município de Naviraí através da Gerência Municipal de Saúde a abrir processo de contratação de leitos de UTI como uma das medidas de enfrentamento emergencial da situação epidemiológica. O referido processo foi realizado nos termos da Lei nº 13.979/2020 e Decreto Municipal nº 34/2020. Importante ressaltar que essa era uma reinvindicação de décadas que agora torna-se uma realidade no município.

 Portanto a empresa MRM65 Gestão de Saúde está assumindo a implantação e prestação dos serviços de UTI com foco no tratamento de pacientes graves acometidos pelo novo coronavírus.

Com larga experiência na área da Saúde, a MRM65 Gestão de Saúde atua de forma direcionada na melhoria dos processos de gestão na área da saúde. Dinâmica e com um trabalho pautado em soluções integradas, não apenas com pretensão teórica consultiva, mas sim com ações eficazes tanto em termos de organização interna, quanto em capacidade de fazer frente aos desafios da gestão da saúde pública acentuado pelo cenário de pandemia.

 A metodologia da empresa inclui além da execução dos serviços, a capacitação de gestores e equipe multidisciplinar da unidade hospitalar, por meio da educação permanente.  Segundo os gestores da empresa a qualidade dos serviços prestados baseia-se fortemente em valorizar as relações de trabalho com grande respeito à cultura organizacional de nossos clientes. Um dos pilares que sustenta a MRM65 é a disponibilidade de grandes profissionais, referências no mercado, processo fundamental para manter a qualidade do atendimento bem como a qualificação dos profissionais envolvidos no atendimento.

A construção do corpo técnico caminha desde a seleção de recursos humanos até médicos Intensivistas. Ao todo serão 06 (seis) profissionais envolvidos na etapa de implantação e 20 (vinte) que irão executar os serviços. Entre os profissionais estarão médicos, enfermeiros, técnicos de enfermagem, fisioterapeutas e administrativo. Além, dos profissionais de Educação Permanente em Saúde, com mais de 10 horas mensais de capacitação. Proposta estratégica para a transformação das práticas de saúde e organização de serviços, articulando as esferas de gestão, instituições formadoras e o sistema de saúde, com foco exclusivo na qualificação profissional e na melhoria contínua do atendimento ao usuário do SUS.

 “A gestão em saúde é quase tão antiga quanto a Saúde Pública, surge na tentativa de compatibilizar conhecimentos sobre administração pública com a atenção básica e especializada. A união de esforços distribui melhor os recursos e ampliam investimentos, valorizando não apenas o processo de gestão, mas a qualidade final do serviço oferecido à população.” - Rildo de Jesus, Coordenador Administrativo de Implantação da MRM65 Gestão de Saúde.

 A pandemia pede urgência. A situação das UTIs, no país, agrava o cenário. Pensar no agora diminui o impacto assustador que já levou a óbito quase 60 mil brasileiros, com mais de um milhão de infectados pelo coronavírus. É preciso agir de forma rápida, responsável e profissional.
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